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Economia em Foco


Terceiro Setor: solidariedade, mercado ou substituto do Estado?
O terceiro setor não é uma alternativa neutra ao Estado nem ao mercado: é um campo de disputa em que convivem iniciativas genuinamente solidárias e mecanismos de privatização da política social, de desmobilização dos movimentos e de precarização do trabalho. O diferencial está em cruzar a crítica marxista gramsciana, a crítica feminista sobre trabalho de cuidado invisibilizado e a economia solidária como alternativa real, com o histórico regulatório brasileiro (OSCIPs, Marco
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27 de jul.2 min de leitura


Análise de Conjuntura: como ler a economia do presente
Como se lê a economia do presente? Quais fontes consultar, quais indicadores acompanhar, e como montar um argumento coerente sobre o que está acontecendo, para além da sala de aula?
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21 de jul.2 min de leitura


Políticas Econômicas: instrumentos, conflitos e limites
Política econômica não constitui um conjunto neutro de ferramentas. Tributação, gasto público, juros, moeda e câmbio materializam conflitos distributivos, correlações de força e limites impostos pela hierarquia monetária internacional. O diferencial do volume está em articular, em linguagem acessível, as três políticas, comparar sete tradições teóricas e aplicar o debate à trajetória brasileira do Plano Real ao novo arcabouço fiscal.
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19 de jul.2 min de leitura


Salário-mínimo: história, política e disputa de classes
Ao longo de Análise de Conjuntura: como ler a economia do presente, parte da ideia que analisar a conjuntura não é apenas acompanhar indicadores, repetir manchetes ou comentar dados recém-divulgados.
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12 de jul.2 min de leitura


Livre Comércio: a ideologia e a prática
O livre comércio é apresentado como um princípio econômico natural e benéfico a todos, mas sua história real é marcada por protecionismo seletivo, sobretudo por parte de quem já alcançou a industrialização. Este volume da série Economia em Foco contrapõe a ideologia do livre comércio à sua prática histórica, do padrão-ouro à OMC, com atenção especial ao lugar do Brasil e do Sul Global nesse jogo.
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12 de jul.2 min de leitura


BANCOS: criação de moeda, lucro e poder financeiro
Em BANCOS: criação de moeda, lucro e poder financeiro, se percorre a história da banca moderna, dos ourives medievais às megainstituições financeiras globais, explicando a diferença entre banco comercial e banco central, o papel da reserva fracionária e como o crédito alimenta ciclos de expansão e colapso.
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8 de jul.1 min de leitura


PIB e Contas Nacionais: o que medimos, o que ignoramos e por quê
PIB e Contas Nacionais: o que medimos, o que ignoramos e por quê.
O PIB é o número mais citado da economia mundial, mas poucos sabem o que ele realmente calcula, e menos ainda sabem o que ele escolhe ignorar. Este volume da série Economia em Foco parte de uma pergunta simples com resposta perturbadora.
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8 de jul.1 min de leitura


Inflação: causas, mitos e interesses por trás do debate
A inflação é, antes de tudo, uma medida da corrosão da moeda: com os mesmos cem reais, você leva menos coisas para casa este ano do que levava no ano passado. Quando as pretensões somadas ultrapassam o bolo disponível, e nenhum grupo aceita recuar, a disputa não desaparece: sobe de nível e vira inflação, a forma monetária de um cabo de guerra em que todos puxam ao mesmo tempo. Os preços sobem porque cada grupo tenta, pela remarcação, recuperar o que a remarcação do outro lhe
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7 de jul.3 min de leitura


China e o Brasil: parceria, concorrência ou nova dependência?
Este volume examina a relação Brasil-China sem o entusiasmo das manchetes nem o pânico do discurso antichiês. Reconstrói o debate teórico entre a narrativa liberal da complementaridade, a teoria da dependência e a geopolítica crítica, e mostra como a inserção brasileira nessa relação reproduz um padrão histórico conhecido: exportar o que a natureza dá, importar o que a indústria faz.
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7 de jul.1 min de leitura


Criptomoedas: especulação, alternativa ou ilusão?
O que traz "Criptomoedas: especulação, alternativa ou ilusão?"?
A tese central é direta: criptomoedas não são alternativa ao capitalismo financeiro, mas uma de suas formas mais especulativas e concentradas, embora carreguem contradições reais sobre soberania monetária, desbancarização e infraestrutura digital.
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7 de jul.2 min de leitura
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